segunda-feira, 29 de julho de 2019

Realmente não há cura quando permutamos raiva.
Ficam impregnados os miasmas dos desiquilíbrios na tessitura d'alma.
Infelizmente somos assim: Agimos por impulso... Desse jeito torto vamos
nos descobrindo. Nada se perde e tudo se aproveita na oficina da vida.
Procuramos verdades... Mas o que é verdade? Talvez seja uma ilusão. 
Tudo é efêmero e dessa forma as nossas verdades não passam de engôdos.
O jeito que levamos nossas existências perambulando pelas incertezas... 
Querendo alcançar o brilho ilusório das coisas passageiras. 
Voltamos à estaca zero para poder se equilibrar entre vidas...
A linha tênue entre à razão e os sonhos, confunde os sentimentos e geralmente
nos machucamos progressivamente.
O ser mais confuso da espécime se mantém na condição elaborada pelas
escolhas atrapalhadas, desde o instante que abriu os olhos pra vida. 
Somos assim,infelizmente!
GinaGuedes

segunda-feira, 15 de julho de 2019

Precisamos verter lágrimas às vezes...
Todavia, nem todas gostaríamos de disfarçar na chuva.
Choramos de felicidade e choramos pela tristeza.
Então chegará o dia que as lagrimas se esgotarão!
Já vertemos tudo. Perceberemos que passou o que atormentava.
Difícil travessia... As transições nos impulsionam como faziam as catapultas.
Podemos sair alquebrados ou não, contudo, seguimos pela vida buscando um
abrigo seguro.
Lembramos que existe um autor disso tudo: Nele podemos confiar.
Como autômatos os olhos miram o infinto em busca de conforto. Nesse instante
de fé, as pálpebras se fecham pelo comando da oração, em contemplação às forças
da criação... Fazemos parte também.
Gina










quinta-feira, 11 de julho de 2019

Autoconhecimento: Sem dúvida seria fundamental se exercitássemos no dia a dia.
Então me questiono: Elevo-me moral e decaio fisicamente. A transição é deveras
confusa!
Como devemos conciliar esse tal paradoxo?
Como em tudo deveríamos aplicar sempre o bom senso.
Mas a vida é uma surpresa progressiva... Ou seja talvez a ausência do autoestima?
Leva-nos a seguir pelas veredas injustificáveis do medo!
Medo da morte
Medo da solidão...
Medo de perder...
Medo do medo! Medo de tudo.
Nas fragilidades nos expomos e atraímos os espinhos espalhados nos caminhos...
Mantendo à conexão com o universo paralelo das coisas as quais fugimos tanto.
Preferimos às vezes fingir a enfrentar o obvio!
Assim, numa sucessão de erros iremos despertar um dia. Para a gloria eterna!
Atualmente o mundo gira numa pertubação alucinada. Contagiando a todos nós.
Inversão de valores, ética, respeito e amor, são valores usurpados por tempestades
liberadas pela fuligem expelidas dos desejos e pensamentos da humanidade louca!
O tempo urge! Haverá jeito de concertar? Sim, sempre irá haver tempo pra tudo.
GinaGuedes