Porque vacilamos?
Camuflagens, expectativas instigantes, damos passagens às alegorias...
Paralelamente, imagens surgem conduzindo expectativas.
São demasiados os porquês... A curiosidade sempre confirma!
Todavia, nos apegamos demasiadamente aos fatos complicados da vida!
Portanto, disfarçamos vezes ou outra, com um sorriso maroto... O olhar dissimulado
fala da presunção espontânea.
As opções existem, as possibilidades variam! Permanecemos inertes quando
a vida cobra. O choro compulsivo surge imediato aliviado à pressão psicológica.
Difícil situação quando aportamos ao meio à tempestade...
Todavia a vida segue de todo jeito. Não facilita escolher fugir, necessario é prosseguir.
Não nos livramos fácil do medo, das duvidas que martelam sem dó e piedade.
Podemos escolher e, o amanhã, escrevemos agora:
A renovação é constante quando desejamos.
Os erros fazem parte também.
Célere é o tempo que tudo pode!
O trajeto você escolhe...
Rastejam ou deslizam...
A fé toda esperança nos céus que miramos...
Apreciamos as mesmas coisas
Sonhando como antes...
Voltamos ao mesmo ponto!
Intrigante necessidade
Demasiada vontade!
Escolhas avultantes...
Cumplicidade buscamos!
Há mistérios em nós
E complicamos demais...
Parece que ganhamos vida.
Ao estimular determinados excessos...
Mediante impasse!
Paradoxal intrigante!!!
GinaGuedes
