terça-feira, 15 de setembro de 2020

As palavras fogem de seus sentidos... Quisera torná-las reais.
Às vezes, são expelidas abruptamente. Porque, desorientadas, provêm dor!
Que tal o amor? Muitas palavras são reflexos das ilusões... Outras... São artimanhas
Convenientes... E quantas supostas vítimas caem nas teias das mentiras?
Palavras perdidas... Nem o vento quer conduzi-las! Todavia, não podemos
relacioná-las sem interação. 
Soberba presunção daqueles que distorcem os valores do amor.
Pobres leigos que confundem instintos bestiais... Os quais são alimentados
pelas simbioses espirituais...
Quem disse que paixão é amor? As paixões passam... Contudo, o amor segue
além-túmulo. Por ele e com ele faremos tudo! Renunciamos às demais coisas...
Doamos-nos e nada exigimos. Nunca mentimos, porque o amor é o ar que respiramos.
Somos projetos falhos... emergindo das sombras espectrais.
As nossas mazelas intrínsecas vêm à tona quando aportamos do lado de cá. O instinto no comando, repetindo os mesmos erros.
Sem verdade, sem direção... Sem amor, nada somos!
Noutros tempos, noutros ares, vibraremos aquém...
Sonhamos com a paz! Desejamos ser felizes um dia.
Precisamos amar, necessitamos ser amados!
Um dia, em nossas vidas, iremos encontrar nossas almas gêmeas. Caminharemos entre as estrelas
de mãos dadas... Ajoelhados em louvor ao Deus do amor.
Como existo, sei que existes. respiras em alguma morada do infinto...
Aguarda-me pelos deuses. Estarei contigo. Os arroubos que foram desperdiçados...
Sempre podemos recomeçar.
GinaGuedes