sexta-feira, 28 de fevereiro de 2020

Oceanos nos separam... muitos distantes e ligados por um denominador comum.
Eis uma questão curiosa! Questiono: Quem será, o que seria...? Todavia, por certo
fantasiamos, por vezes.
Somos todos carentes de calor humano. Do tipo sério! Quem não sente falta de afeto?
Ausência de uma verdadeira amizade, ah! faz tanta falta. 
Vivemos e convivemos com gente que se apresentam estranhas... Contudo, outras,
aparentemente estranhas, surpreendem.
A vida é uma incógnita indecifrável. Uma caixinha de Pandora.
Essas variantes mexem com a curiosidade humana, levando-nos a experimentar o
novo modo de vida. Impulsionados, prosseguimos nessa estrada desconhecida...
Desvendamos céus e terras inóspitas... Mares revoltos e selvas impenetráveis...
Do que o homem é capaz?
Desvendam o desconhecido, todavia, relutam a conhecerem a eles mesmos!
Constroem cidades modernas e destroem a flora e fauna...
Matam por medo. Medo de enfrentarem-se. Face a face com a própria consciência.
Somos náufragos provindos de mundos adversos... Somente almejando viver.
GinaGuedes.


Ah! lembranças... 
São tantas, boas, lindas, doloridas.
Lembrar-me-ei apenas das maravilhosas.
Faz bem ao ego fragilizado, tanto conteve os instantes de medo.
As ingratidões maltrataram, humilharam...
Entretanto, não destruíram a vontade de viver!
Viver, respirar, cantar e rir. É tudo que necessito.
Amar mesmo incógnita. Amar faz bem! 
Amar minha vida e tua!
Amar as nossas lembranças marcantes.
Aquelas não significativas... Não menos importantes.
Amar pra manter-me viva.
Todas flores rentes... As margaridas... Rosas de todas as matizes.
Mentalmente te venero, te toco:
Cadê você anjo consolador?
Noutro dia te identifiquei no Beija-flor.
Na madrugada sonolenta tu vistar-me-á...
No despertar, restou no ar, o teu cheiro inconfundível.
Lembranças... levar-te-ei, onde for.
No transpor dos portais além fronteiras...
Divisar-te-ei através do véu saudoso,
GinaGuedes



O silencio substitui as palavras que foram ditas... às vezes.
Nada mais além pode mudar o que foi dito! O que foi feito!
O que passou, passou... Mas não destruiu a colheita. Por muito tempo permanecerá
alimentando os sonhos... Foi e será o prenúncio de novas eras. Tempos desejados por
quem alimenta a esperança no porvir.
Precisamos crer em algo concreto, por exemplo: Manter acesa a chama do amor. Sim,
o amor é concreto. Ele é Deus! E tudo que existe... Além do entendimento e conhecimento.
Somos criaturas em expansão. Somos aprendizes etenos, buscando um jeito de ser feliz.
Apenas necessitamos respirar e viver como as demais vidas...
Quantas vezes tentamos ser compreendidos(as), pelas palavras. Usamos essa simbologia
 para sermos conhecidos, interagindo nesse bioma sufocante.
Lutamos pela sobrevivência. Fazemos de tudo, porque precisamos manter viva a esperança.
Um dia qualquer, no dia a dia, alguém machuca o coração. 
Então, nossos argumentos foram em vão? Creio que não! Nunca desista de ser você. Se alguém não te escutou ou não te levou a sério, o que importa? Você é verdadeiro(a) em seus propósitos. Todavia, mantenha-se em silencio!
O que não tem jeito, remediado está.

GinaGuedes






quarta-feira, 26 de fevereiro de 2020

Então, foi assim:
A minha ausência foi necessária.
Toda experiência é aproveitada.
Porque a vida dá e cobra na medida do tempo.
Prescrutei como pude...
E lembrei do tempo longínquo...
Desejei limpar-me das sujeiras d'alma!
Ah! Se fosse possível volitar nas alturas...
Posso imaginar: quantas vezes foste tu, que outrora mirava...
Fostes incompreendido e perseguido!
Nem assim tua fé se modificou.
A renovação tem o seu preço.
Templos foram destruídos.
Teu nome foi apagado pra prosperidade...
Contudo, o teu lema seguiu inalterado.
Oh! Faraó iluminado! Sois um exemplo eterno.
Quando olho o Astro Rei... Tua lembrança assedia-me.
Desde aqueles tempos... O homem permanece irracional.
Sem conhecimentos e sem sentimentos, atropelam-se nas estradas das vidas...
GinaGuedes