quinta-feira, 12 de maio de 2016

Orgulhos sem sentidos...!

Quantas horas ali absorvida admirando tanta beleza...
Alguns passos, na divisa onde residia naquele tempo em minha adolescência.
Havia um Flamboyant: majestoso, imperando aos alheios...
Eu olhava, admirando e querendo trazê-lo aos meus domínios.
E todos os dias, horas, ali sentava à sua sombra; fechando os olhos eu imaginava
como é perfeita a obra da natureza!
Como tudo passa,e passou muito rápido. O Flamboyant também ficou pra trás...
Naturalmente, egoisticamente, eu desejava ser dona. Queria retê-lo junto ao meu
bel-prazer. Hoje lembro-me dele, e lá está a sua imagem plasmada na retina mental
arquivada pra sempre... E todas as vezes que sinto saudades, o trago à visão; ele agora
me pertence. Ninguém poderá tirá-lo de mim!
É bom apreciar as coisas belas, muito bom saber distinguir e valorizar sem querer
possuir...Poderíamos proceder desta forma em tudo que se movimenta a nossa volta.
E saber dá o devido valor as pessoas que nos são caras... O egoismo das pessoas as tornam
ressequidas, sem um minimo de sensibilidade. Isto as tornam orgulhosas dos seus feitos...
Subestimando os valores provindos dos que: dizem amar!
Não dói um elogio, não custa nada o carinho de um sorriso.
Um abraço, um aperto de mãos...Talvez um adeus...Por que não?
Tudo, menos a indiferença daqueles que afirmam amar.
Difícil, complicado é entender os mecanismos do proceder dos orgulhosas sem noção,
ao dizem: eu te amo!
Ame, não se apegue. Admire, não retenha! Elogie, não bajule! Sinta prazer, não se perca!!!
#GinaGuedes




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