Que tendem a reiniciarem nos espaços entre cada crise existencial.
São as fragilidades humanas...Quem não as têm?
E assim prossigo em velocidade sentindo o vento no rosto aliviando
a pressão psicológica.
Elas vem à revelia e insistem nas imagens lá no fundo do baú!
Coloco o rosto fora da janela e deixo-me contagiar junto o conjunto
que me é presenteado pelo momento experimentado.
Mudo o rumo, viajo por outras estradas; as paisagens se embaraçam
em suas singularidades, contudo, você permanece intacta.
Tua silhueta desponta lá longe...lá no horizonte, ou não será você?
Fico extática a espera da fantasia que por tanto tempo povoa meus
sonhos...
Essas lembranças acalentam e reprimem e deixo a direção e volto
a mergulhar na estrada...
Vivo um paradoxo que me assusta : por onde você me levará?
O teu rosto; não são os teus contornos, algo a mais sobressai...
A tua essência atrai e seduz, subjuga e relaxa...
Nas coisas incomuns que nos aproximam, você também é um enigma?
Com certeza, vives também um paradoxo!!!
#GinaGuedes
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