Ah! toda ternura quando me olhavas, aceleravam as batidas no meu peito sonhador.
Numa tarde de outono, nossos olhares se cruzaram na paisagem bonita.
Teu sorriso disse coisas incompreensíveis... E tanto quis...
Um desconhecido reconhecido, como dizer?
A cada volta na passarela dos devaneios, teus lábios se abriam pra mim.
Tanto tempo se passou... A saudade se desvaneceu, quando os olhos já não mais
choravam, pela falta do sorriso teu.
Por que disse adeus? Nem sei dizer, sei o quanto doeu!
Hoje, no auge pleno d'alma, sonho acordada sem o vislumbre teu.
Volta meu, vem, traga-me sorrisos espontâneos.
Ofertava-me com abraços fartos...
Quando sussurravas palavras ternas...
Que pena! Nas voltas dos nossos mundos, ainda não me foi permitido, ver-te
outra vez.
Assim, encerrado mais um capítulo.
Porém escrevo outro enredo... No próximo livro meu!
GinaGuedes

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