Até onde posso ir... Vejo-me observando, perscrutando o que não alcanço.
Lá em cima elas brilham, parecendo me ver. Ah! Você, meu Astro Rei!
Cansada de esperar obter, desvio o olhar pro chão orvalhado, molhado pelas
lágrimas que teimam em caírem.
E tudo parece-me fugaz... Mas a beleza insondável, desperta-me da letargia!
O espaço infinto expande-se... Eu, ínfimo espirito, perco-me nos brilhos...
E percebo que a grandeza do espaço, não é mais distante do que o meu universo.
O que tá dentro, tá fora. Estou no ar do meu céu... Respiro a sensação dos justos.
Paz d'alma, sobrevivente dos pântanos do mundo. Do mundo de sombras...
Até reter o calor que não queima, que ilumina o caminho ainda por percorrer.
Exteriorizar a energia que anima o meu ser.
Tudo valerá construir, em favor de um dia ter!
Os medos se foram?
Os sonhos serão reforçados... Num mundo maior!
A principio a procura foi exterior.
Hoje busco o equilíbrio aqui.
Me vejo livre como um passarinho. Mesmo longe do ninho. Contudo, voltando
pra casa...
GinaGuedes

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