A clausura que mantemos e nos mantém, conduz os passos
vacilantes pelas tórridas areias traiçoeiras... No deserto d'alma.
E permanecemos em conjecturas... Contudo, fincamos os pés
no solo lamacento. A visão turva não dá pra enxergar à saída...
Na aflição transcendente, oramos pela força natural inerente que
existe no âmago crescente...
Só desejamos ser felizes, contudo, procuramos o mais difícil acesso.
Somos confusos! Somos tolos! Somos aquém na vã sabedoria...
Além das filosofias... Na morada imortal.
Como conseguir o equilíbrio? Os livros apontam ideias que não realizam.
O tempo aproxima, entretanto, não basta ainda.
Os exemplos direcionam e, forçosamente observamos...
Todavia, chegará o momento de colher toda semente plantada.
Nas vindas e idas no dia a dia... Infinitamente: O despertar
chega. O sofrimento amadurece, a gente cresce, enriquece e, liberta-se!
GinaGuedes

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