Diga que não somos um paradoxo...!
Contrariando o bom senso, ficamos à deriva dos vendavais...
Todavia, traçamos um pentagrama... Necessitamos de algo que livre-nos dos males.
A felicidade é o nosso objetivo... Imaginamos seguir por linhas retas e objetivas.
Entretanto, nos perdemos nos emaranhados obtusos das escolhas confusas.
Por Hórus! Onde a felicidade se esconde? Creio nos Deuses, eles afugentam os
sonhos...? Creio que não!
Esqueço que as minhas escolhas tem seguido por linhas perdidas. Entre as pedras dos caminhos...
Ergui no patamar o modo de vida que preciso desempenhar:
FELICIDADE!
Entretanto, a ignorância do espirito jovem venceu, cedeu ao chamado do mundo.
Pela ausência do conhecimento fundamental, distorcemos os valores... Pelas causas perdidas! Chegando ao consenso que todas as escolhas tem um preço:
INFELICIDADE! O retorno que amedronta, chegando de mansinho pega-nos de surpresa.
Onde deveríamos ter feito um trajeto objetivo e transparente. Oh! imprevidente! Por Deus, tenha
de nós piedade.
GinaGuedes

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