As necessidades existenciais da alma fazem que, busquemos em confrontos, as respostas.
Há tantas indagações...
Só a dor nos ensina a ser humanos. Quando a criatura no período mais perigoso
da existência, depois da matinal infância e antes da velhice; quando a vida exubera
energias, Deus lhe envia filhos, para que, com os trabalhos, se lhe enterneça o coração.
Mas o filhos crescem e vão embora... restam saudades dos momentos marcantes...
Vem recordações... lembro-me de alguém que muito deixou.
De cérebro cansado pelos embates do dia, você esforça-se por fixar melhor as ideias.
Ah!... Agora sei com quem devo compartilhar essa pressão...
Buscarei os lugares ermos para meditar as sublimes verdades novas.
Certamente a natureza recebê-lo-ia com enebriantes perfumes...
Regozijar-se-ia com a paz daquele canto!
Dar-lhe-ia conselhos silenciosos quanto aos rumos a seguir...
Novos dias e novos tempos, marcarão presença em nossas vidas.
Outros ares e caminhos... surgem paralelos aos quem já existiam.
Permito-me ao menos sonhar... não vou definhar tentando achar a porta certa!
As fases se transformam em metamorfoses ambulantes... Dando novos rumos
as coisas que vão surgindo em fases expectantes...
GinaGuedes

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