Quando algo precioso se afasta, de mediato, tentamos ocupar o espaço...
Algo que lhe pertence, ou mesmo, alguma coisa que se aproxima!
Assim driblamos a ausência, e a dor dá uma trégua.
O coração não raciocina, ele não quer entender.
A visão engana... Imaginando ver, à silhueta deslisando...
Um vento frio sopra num sussurro suplicante.
Lembra-me o canto da cotovia ferida...
Somos peregrinos.... Nos mundos sempre estagiando...
Somando experiências nas corridas fundamentais, pela liberdade sonhada...
A águia migrando nos ares... Força, determinação e proteção!
Bela majestade: Tu caças nos ares a própria sobrevivência...
A vitória se conquista em todo lugar... Migramos assim, na vida!
Movidos pelas curiosidades, o desconhecido fascina.
Um dia crescemos para respirarmos noutros ares...
Lá num penhasco, olhos atentos observam:
Tanto quanto as águas renovadas dos grandes lagos...
O guardião, no cimo de algum ponto celeste, Mantem-se em prontidão.
Enquanto todos nós, não fazemos ideia!
Sejas a águia dos ares do meu espaço...
Migras também nos mares dos meus pensamentos ilimitados...
Assim imagino-te: Colhendo margaridas de todas as matizes...
Roupagens esvoaçantes...Bailando como num conto, das Mil e uma Noites...
Que Allah seja louvado!!!
GinaGuedes

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