quarta-feira, 10 de maio de 2017

Remitente, eu sou!
Não acho agora outro adjetivo.
Difícil, muito difícil, conviver sem viver...
Palavras... Apenas palavras dispersas...
Entre tantas já faladas...
Sempre itinerante, nos alívios que buscava.
Quando tropeçava o limite alterava.
Desregramentos abusivos...
Atitudes ofensivas...
Não é bonito prometer e nunca cumprir.
Há muito conheço o disfarce do bom moço!
São velhos hábitos prolongados pela doença crônica...
Teimas num fato?
Espaço muito oprimido...
Um grito no silencio se desloca no espaço.
Nem assim desconheço o valor das palavras...
Nos sentidos sinceros que brotam d'almas...
Verdades não são meias palavras...
Elas resistem e sobrevivem, graças a Deus!
Lá no alto acima dos sonhos... Alguém vigia você.
GinaGuedes




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