Remitente, eu sou!
Não acho agora outro adjetivo.
Difícil, muito difícil, conviver sem viver...
Palavras... Apenas palavras dispersas...
Entre tantas já faladas...
Sempre itinerante, nos alívios que buscava.
Quando tropeçava o limite alterava.
Desregramentos abusivos...
Atitudes ofensivas...
Não é bonito prometer e nunca cumprir.
Há muito conheço o disfarce do bom moço!
São velhos hábitos prolongados pela doença crônica...
Teimas num fato?
Espaço muito oprimido...
Um grito no silencio se desloca no espaço.
Nem assim desconheço o valor das palavras...
Nos sentidos sinceros que brotam d'almas...
Verdades não são meias palavras...
Elas resistem e sobrevivem, graças a Deus!
Lá no alto acima dos sonhos... Alguém vigia você.
GinaGuedes

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