O vento balança a copa da arvore, lembra uma dança cigana.
Trás uma melodia romântica, fala pra mim de mistérios...
Silencio meus argumentos e deixo-me guiar pelas evidências...
Aspiro o cheiro da terra molhada, caindo de mansinho lá fora.
O cheiro exótico embriaga-me, trás lembranças adormecidas...
Ouço vozes abstratas... Uma saudade indefinida...
Continua a chuva caindo na minha terra sofrida... Adentro o refugio!
Um som diferente acorda-me do transe, minha alma se aqueta!
Estou me encontrando...
A fera dorme!

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