segunda-feira, 24 de agosto de 2020

O término das ilusões de um jeito absolutamente natural!
As ilusões desaparecem, a vitalidade murcha.
Sem rumo e sem vontades... retrocedem em lembranças.
Os fugazes instantes renascem no olhar, para precipitarem-se
no concreto obscuro..!
Como um galho sem a ceiva preciosa que tenta resistir aos ventos...
Imaginando irreal... parecendo real. Refletindo um enredo frenético.
Por vezes foste sim! Noutras te mostras não!
Ah! Era sonho? Ou pesadelo temporal...
Num ímpeto o reflexo irreconhecível:
Quem é você? O que foste, afinal?
Devaneios mutáveis... Passos lentos, olhar embaçado, raciocínio
limitado.
Retroceder os passos? Não pode! Seguir é esforço atroz.
A vida um instante, em escala progressiva...
Neste ínterim, a mentira não tem espaço.
Tudo passa ser imediato.
A relação confortável é com o passado.
No futuro a esperança de acertar!
O amor! A seiva bendita da vida.
Por toda existência fostes desperdiçada... Pela caminhada perdida. 
Entretanto, a sabedoria não tarda e pede a consciência os ajustes d'alma.
Contudo, nem tudo foi mera ilusão dos sentidos...
Sua filosofia deixou um legado!
A semente há de germinar. Farão resplandecer no curso das existências...
Novas moradas, novos mundos.
GinaGuedes




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