Submetida em contemplação, mergulhas em cismas...
Prostrar-se mediante altar da fé cega. Contudo, a situação crepuscular
próximo ao pomar convidava à meditação cuja relva amaciava os pés
cansados pelas circunstâncias experimentadas.
O mar estendia-se pelas ribeirinhas... O rio seguia serpenteando até completar
o destino... Enfim, entregando-se ao grande mar! O ar fresco trazido ao sabor
dos ventos cortantes...Era um alento à pobre alma peregrina.
As variações odoríferas, as marolas num sincronismo perfeito, convidava
à meditação... Penetravam no coração causando um leve torpor.
Uma sinfonia conspirando com os anjos protetores...
Até a alma das coisas ansiavam pelo silêncio restaurador.
Inebriada de alegria, a pobrezinha prostrou-se mais uma vez!
A natureza singela e milagrosa, o fiel espelho das emoções humanas.
A dualidade, que existe no absoluto, eclodirá no futuro...
O homem despertará, irá caminhar em parceria eterna pelas estações da vida!
Temos tudo! Tudo ao nosso alcance. Por que nos confundimos?
Somos viajantes infantis rastejantes... Confundidos pelas vielas tortas...
O remédio que cura as chagas das humanidades é o amor!
Complicado acesso ao coração do pecador.
Não hesites, não desista de tentar se encaixar no salvador.
GinaGuedes
terça-feira, 25 de agosto de 2020
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