terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Vivas como te foste permitido um ultimo suspiro!
Sem reservas e sem dúvidas...
No tesouro da prece, encontrarás o fornecimento
das forças pedidas, em clausuro constantes...
No seio da mãe natureza, há vida em abundância...
Como na brisa ao renascer da aurora...
Surgem as floras harmoniosas casando-se à luz do novo dia.
Até em ti, assim também numa estrada desenhada, oh! curvas...
Parecem não chegarem ao fim... Contudo , não estás só!
Observas, és observado. Como vê, nunca permaneces apenas tu!
O teu perfil inconsciente, porém onipresente, faze-me a ponte resistente
que te sustentará...
Eis-me esperando no tic-tac do tempo...
Sem desperdícios aparentes, no exercício da tua ausência.
Curva-me-ei às evidencias...
Amo o silencio que escuta-me!
A noite que acolhe-me...
GinaGuedes






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